China e Hong Kong: um país, dois sistemas.

Não poderia deixar de explorar o tema start-up em locais tão distintos.
A China Comunista se apresenta como uma força neste segmento, com um ecossistema jovem mas já bem funcional.

O oeste da China e as fintechs recebem os maiores investimentos financeiros neste setor bilionário da economia. Mas a mão pesada do governo gera impactos negativos, numa indústria com necessidades específicas.

Hong Kong se apresenta como ótima alternativa para as Start-ups, com investidores vindos da China e de outras partes do mundo. Hong kong é considerada uma “China mais fácil”, pois apresenta alguns fatores favoráveis: simplificação de impostos (um imposto de aproximadamente 16%), informação livre da influência do governo, localização geográfica com acesso à Ásia, e soluções portuárias mais simples. O ecossistema de Start-ups está muito bem estruturado, com agentes presentes e atuantes (incubadoras, anjos, VC), e com apoio do governo.

E o Brasil?

Acredito que nosso jovem mercado de Start-ups também tem evoluído a passos largos, e pode ser considerável um player mundial importante no mercado, apesar das travas do Estado e do apagão de mão de obra de TI, cujas estimativas apontam para um déficit perto de 100 mil profissionais.